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Quien sabe, previene.
Quien sabe menos, trata y cura.
Quien no sabe, corta y saca.
E. Lloyd , DuBrul 1991.
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Quarta-feira, Setembro 24, 2008
Mais tempo de aleitamento materno, menos doenças
Campanha deste ano terá a atriz Dira Paes como madrinha e destacará a importância do apoio à mulher que amamenta
Menos chances de ter diarréia, pneumonia - doenças responsáveis por boa parte da mortalidade infantil, principalmente em regiões mais carentes - diabetes, câncer ou de desenvolver alergias. Esses são alguns dos benefícios do aleitamento materno, a ser destacados durante a 17ª Semana Mundial de Amamentação, que terá sua versão nacional de 1º a 7 agosto, numa parceria entre o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). O lançamento da campanha ocorrerá dia 1º no Rio de Janeiro.
A madrinha da semana nacional será a atriz Dira Paes, que aparecerá, em cartaz, folder e filmete, amamentando seu filho Inácio, de dois meses, ao lado da mãe, dona Flor. A intenção é ilustrar o tema deste ano da campanha que foca a importância do apoio à mulher que amamenta, com a frase: "Nada mais natural que amamentar. Nada mais importante que apoiar". O filme foi produzido pela SBP.
A idéia não é só difundir entre as gestantes e as mães a importância do aleitamento materno para a saúde dos filhos. A campanha quer sensibilizar também os familiares sobre o quanto é imprescindível o apoio à mulher para que ela possa dispor de tempo e tranqüilidade para amamentar o filho. "O apoio tem que vir da família, do companheiro, dos avôs, da comunidade, dos empregadores e do governo. E, sem dúvida, assim, caminhamos para a ampliação do tempo de aleitamento", diz a médica Elsa Regina Justo Giugliani, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do ministério.
De acordo com a médica, na década de 1970, a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida do bebê era praticamente nula. Pesquisa realizada apenas nas capitais, em 1999, revelou que o aleitamento materno exclusivo aos menores de quatro meses era de 35%. Mostrou também que, aos seis meses, menos de 10% dos bebês se nutriam exclusivamente do leite materno.
Mas a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), divulgada no início de julho de 2008, mostrou dados positivos: 43% das crianças são amamentadas na primeira hora de vida no Brasil, 99% são amamentadas no primeiro dia de vida e 40% das crianças menores de seis meses recebem exclusivamente o aleitamento materno. Se levado em conta o tempo de duração, a região que mais amamenta é a Centro-Oeste e a Norte seria a laterninha no ranking nacional.
Novo retrato - Uma fotografia mais atual do aleitamento materno deverá ficar pronta até o fim deste ano. No dia 9 de agosto, quando ocorre a segunda etapa da vacinação contra paralisia infantil, haverá nova consulta às mães sobre o tema. A pesquisa incluirá não só as capitais, mas também diversos municípios dos estados. "Aí, sim, teremos uma fotografia mais precisa e ampla que a da PNDS", prevê Elsa Giugliani.
Hoje, as mães oferecem o leite materno, em média, por dez meses. O ideal é que a criança seja amamentada por mais de dois anos, sendo que, nos primeiros seis meses de vida, exclusivamente, por leite materno. "Então, temos um longo caminho a percorrer, no sentido de elevar de dois para seis meses o período de amamentação exclusiva", diz a coordenadora.
Elsa Giugliani anuncia ainda que, por meio do projeto Rede Amamenta Brasil, voltado para promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno na rede de atenção básica, dia 11 de agosto, ocorrerá, em Brasília, o último curso para capacitar multiplicadores dos estados e municípios, a fim de auxiliar na expansão das redes. Já foram realizados quatro cursos regionais.
Contra indicação - Poucas são as situações em que o recém-nascido não pode receber o leite materno. Embora não seja uma prática em todos os países, no Brasil, as mães portadoras do vírus HIV não devem amamentar seus filhos. Segundo Lílian Córdova do Espírito Santo, assessora técnica para assuntos relacionados ao aleitamento materno, o leite até poderia ser oferecido ao bebê se, antes, fosse pasteurizado, o que eliminaria o vírus. Passaria a ter a mesma qualidade do leite dos bancos do produto existentes nos hospitais, em que todo leite materno doado é pasteurizado antes de ser servido aos bebês.
"Mesmo com a perda de algumas propriedades, ainda assim é muito melhor que qualquer outro leite que não o da mãe", garante a assistente. Hoje, no país, 1% das gestantes é portadora do HIV. Além delas, as mães usuárias de drogas, principalmente as injetáveis, não devem amamentar os filhos. As substâncias são passadas à criança por meio do aleitamento.
Informações
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3580 / 3315-2351
Fonte: Ministério da Saúde
posted by RAFAEL FERREIRA
4:07 PM
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Terça-feira, Junho 21, 2005
Visite meu novo blog clic aqui
posted by RAFAEL FERREIRA
6:06 PM
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Quarta-feira, Maio 04, 2005
Mapeamento de Trigger Points na musculatura de cabeça, pescoço e face em pacientes com a Síndrome do Respirador Bucal.
Juliana Swytka Ghen
Fisioterapeuta graduada pela FEEVALE
Pós Graduação em Terapia Manual e Postural.
CLIC AQUI

posted by RAFAEL FERREIRA
1:26 PM
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Terça-feira, Abril 05, 2005
CURSO TEÓRICO-LABORATORIAL DE REABILITAÇÃO DINÂMICA E FUNCIONAL DOS MAXILARES
Local: Sede da Sobracom (Avenida Protásio Alves, 3182. Porto Alegre).
20, 21 e 22 de maio de 2005.
Maiores informações Clic aqui

posted by RAFAEL FERREIRA
1:21 PM
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Terça-feira, Novembro 30, 2004
Pesquisa realizada com eletromiografia dos músculos masseteres e temporais em pacientes classe I, no qual foi colocado uma coroa gerando contato prematuro durante mastigação e deglutição.
Na mastigação direita, o aumento médio de contração foi de 13% para os temporais e de 19% para os masseteres. Na mastigação esquerda, o aumento médio foi de 35% nos temporais e de 37% nos masseteres, não apresentando diferenças estatisticamente significativas no nível de 5% de probabilidade.
Entretanto, a deglutição apresentou diferenças estatisticamente significativas. Nos temporais, o aumento médio foi de 244% e, nos masseteres, de 347%.
Para ler toda a pesquisa clic aqui
AUTORES
Alcides Guimarães é Professor Titular da Área de Fisiologia e Biofísica do Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, UNICAMP. Fausto Bérzin é Professor Titular da Área de Anatomia do Departamento de Morfologia da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, UNICAMP.

posted by RAFAEL FERREIRA
1:23 PM
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Sexta-feira, Outubro 22, 2004
Hábito de respirar pela boca pode levar à queda de até 30% na performance física
O que a cabeça tem a ver com os pés? Tudo. E não só com os pés, mas com todo o corpo. O inofensivo hábito de respirar pela boca, por exemplo, pode levar à queda de até 30% na performance física. Isto porque diminui a oxigenação do sangue e, assim, a capacidade aeróbica, contribuindo para as lesões musculares, além de provocar ou agravar a asma, dar sonolência ou agitação. Também muda a estrutura do céu da boca, da arcada dentária e da musculatura da face, que no conjunto correspondem às disfunções da articulação têmporo-madibular (ATM). São alterações que acabam por interferir decisivamente na postura do indivíduo.
O craque Ronaldinho quase deixou o futebol, aos 15 anos, em decorrência de um problema dentário. Ao se esforçarem mais para manter o mesmo rendimento dos colegas, atletas ou pessoas dedicadas a algum esporte que respiram pela boca chegam a induzir a asma. Estudos na área da Odontologia já demonstram que os atletas que respiram pela boca apresentam performance 21% inferior em relação aos que respiram pelo nariz.
Como as crianças e nem os pais têm idéia das conseqüências do hábito de respirar pela boca, e até não identificam o problema, uma equipe multidisciplinar iniciou um estudo pioneiro com 300 crianças, de 8 a 14 anos, da Escola de Futebol Leão, do Clube Fortaleza. Ao longo de três meses, uma equipe do projeto Respire Bem e Viva Melhor¿, formada por dentista, pneumologista, fisioterapeuta e fonoaudióloga, irá avaliar a postura e o desempenho dos alunos. Identificados os problemas, serão indicados os tratamentos.
As crianças que respiram pela boca acabam respirando mais rápido que as demais, se expondo mais às impurezas do ar. É que, ao longo de bilhões de anos, o sistema respiratório humano foi se adaptando para proteger o organismo destas impurezas, mantendo o equilíbrio das trocas gasosas com o meio externo.
O nariz aquece, umidifica e limpa o ar que respiramos, o que não acontece quando o ar entra pela boca. Em conseqüência, as amígdalas e adenóides e todo o trato respiratório ficam irritados, abrindo caminho para crises de asma, bronquite, rinites, otites de repetição, resfriados freqüentes, sono agitado, explica a pneumologista Valéria Góes.
Se o hábito de respirar pela boca não for identificado nos primeiros anos de vida, a criança altera e compromete o padrão do corpo como um todo. De acordo com a dentista e coordenadora do projeto, Fátima Moura, o céu da boca se estreita, os lábios ficam entreabertos de forma a deixar a musculatura da face flácida, aumentando a incidência de cáries. Também são verificados problemas de deglutição dos alimentos, sendo comum a preferência pelos líquidos e pastosos ao invés do alimento sólido.
Numa reação em cadeia, até o posicionamento da língua se altera, prejudicando a fala e levando a uma mudança no posicionamento da mandíbula. Favorece a postura de crianças com ombros caídos, retificação da coluna cervical (o pescoço fica esticado para frente) e o diafragma fica com o tônus aumentado. Isso desorganiza e desestrutura a postura, favorecendo os desequilíbrios. Sendo assim, o atleta ou qualquer pessoa que pratica uma atividade física, como karatê ou ginástica, costuma se machucar com maior facilidade.
Dra. Fátima Moura recomenda observar as crianças que não dormem bem, são muito agitadas ou sonolentas, apresentam sobrepeso ou abaixo do peso, ou seja, os extremos. A prática de esportes requer cuidados num contexto como este, pois a oxigenação deficiente leva a estafa muscular rapidamente.
Segundo a dentista, as escolas e academias precisam estar mais atentas às pessoas que respiram pela boca, até para melhorar o seu rendimento físico e ajudar a resolver um problema que afeta várias funções do organismo. Do contrário, como os sintomas são diversos, a raiz do problema acaba sendo identificada, com muito custo, por médicos de diferentes especialidades.
Este é o papel de uma especialidade que, aos poucos, vem ganhando espaço: a Odontologia Desportiva. A área envolve equipes multidisciplinares. A tarefa dos especialistas é identificar até que ponto o tipo de material usado na restauração de um dente do atleta pode se partir, levando em conta o grau do impacto da atividade física.
Como identificar
Pessoa que apresenta sonolência diurna
Quem ronca, baba ou dorme de boca aberta
Quem sempre está com a boca entreaberta
Não tem resistência para correr
Criança irritada ou quieta demais
Desempenho físico diferente dos colegas
Infecções freqüentes (resfriados) e presença de catarro.
Notícia publicada no Diário do Nordeste de 5 de setembro de 2004.
Enviado por fatima moura (mfatimamoura@yahoo.com.br)

posted by RAFAEL FERREIRA
5:28 PM
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Quarta-feira, Setembro 22, 2004
Os fisioterapeutas enxergam um corpo sem boca, e os dentistas vêem uma boca sem um corpo.
MARIANO ROCABADO
Fisioterpeuta
Como sabemos a mandíbula tem grande influência no posicionamento do eixo corporal, devemos estar cientes que qualquer alteração do plano oclusal, além de alterar a equação de equilíbrio de Thilemamm, teremos uma possível adaptação na postura corporal.

posted by RAFAEL FERREIRA
12:57 PM
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É de extrema importância o diagnóstico precoce da mastigação unilateral, isto porque quando mais cedo, menor serão as seqüelas. Não só a ortopedia funcional dos maxilares deve estar ciente dessas alterações, mas todos as especialidades da odontologia, ao examinarmos nossos pacientes durante a primeira consulta de anamnese, devemos perguntar qual o lado mastigatório, e após isto conferir esta afirmação, e caso identificado, o problema, tratar ou encaminhar para um profissional habilitado, prevenindo assimetria faciais, mordidas cruzadas, disfunções articulares como dor e deslocamento do disco, alterações nos padrões mastigatórios, fonação e respiração.

posted by RAFAEL FERREIRA
12:56 PM
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Quarta-feira, Agosto 04, 2004
Reabilitação neuro-oclusal (RNO): É a parte da medicina estomatológica que estuda a etiologia e a gênese das alterações funcionais e morfológicos do sistema estomatognático. Tem como objetivo investigar as causas que as produzem, eliminá-las sempre que possível, reabilitar e reverter essas lesões o mais precocemente possível e, se for preciso, desde o nascimento. As terapêuticas não deverão prejudicar de forma alguma os tecidos remanescentes do sistema. A partir destas definições se depreende que tais terapêuticas serão aplicadas desde o nascimento até a velhice (PLANAS1, 1997). Planas dentro da RNO sempre buscou o tratamento o mais precoce possível, porque entendia que quanto maior fosse o tempo de instalação de uma oclusopatia, grandes seriam as dificuldades de tratá-la.
Prevenir é influir no desenvolvimento, sempre que possível observá-lo, antecipando a ação à presença da oclusopatia em si (SIMÕES2, 2003).

posted by RAFAEL FERREIRA
4:51 PM
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Segunda-feira, Junho 21, 2004
Disfunção da Articulação Temporo-Mandibular (ATM)
e Dores Faciais
posted by RAFAEL FERREIRA
6:20 PM
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Quinta-feira, Junho 17, 2004
Caso em tratamento em meu consultório, usando aparelhos Ortopédicos funcionais e Reabilitação Neuro-Oclusal. Início de tratamento fevereiro de 2003, segunda foto 5 meses após.Diagnóstico básico: Classe III. Tratamento:Usei a técnica de placa encapsulada de Maurício e Pistas Direta Planas.Clic no arquivo ao lado e veja a sobreposição deste caso Movie7.swf

posted by RAFAEL FERREIRA
1:06 AM
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Caso em tratamento em meu consultório, usando aparelhos Ortopédicos funcionais e Reabilitação Neuro-Oclusal. Início de tratamento agosto de 2003. Diagnóstico básico: Mordida aberta anterior, deglutição atípica, respirador bucal, alteração da postura corporal.Tratamento: até esta foto usei 1 único aparelho Pistas Indireta Planas Composta com Tubo Superior.
clic no arquivo ao lado e veja a sobreposição das fotos.rbmovie.swf
 
posted by RAFAEL FERREIRA
12:27 AM
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Quarta-feira, Junho 16, 2004
Caso em tratamento em meu consultório, usando aparelhos Ortopédicos funcionais, Reabilitação Neuro-Oclusal e Ortodontia. Início de tratamento agosto de 2001.Diagnóstico básico: Sobremordida, respirador bucal, Classe II, alteração da postura corporal. Usei 1- Equiplan, 2- SN1 tubo superior, 3- Placa Encapsulada de Maurício Distalizadora dente 23 e aparelhagem fixa inferior, 4 Equiplan.
 
posted by RAFAEL FERREIRA
10:59 PM
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QUANDO DEVEMOS INTERVIR? ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES SOB A ÓTICA DA REABILITAÇÃO NEURO-OCLUSAL.
RAFAEL FERREIRA*
*CURSO EXTENSIVO EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES (SOBRACOM).
*ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES CFO.
posted by RAFAEL FERREIRA
3:37 PM
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Domingo, Junho 13, 2004
Causas e Conseqüências da mastigação unilateral e métodos de diagnóstico do lado mastigatório com enfoque na reabilitação neuroclusal.
RAFAEL FERREIRA*
*CURSO EXTENSIVO EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES (SOBRACOM).
*ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES
posted by RAFAEL FERREIRA
3:55 PM
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Sábado, Junho 12, 2004
posted by RAFAEL FERREIRA
8:31 PM
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Terça-feira, Março 09, 2004
Neste sitio existe um artigo muito interessante para as mulheres que não possuem leite e precisam amamentar, já havia pensado nesta técnica, mas fiquei muito feliz por ela existir e dar certo.clic aqui

posted by RAFAEL FERREIRA
1:39 PM
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ARTIGO DO DR. GOLDOFIM SOBRE APNÉIA E RONCO.CLIC AQUI
posted by RAFAEL FERREIRA
11:31 AM
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Artigo sobre Respiração Bucal e Suas Conseqüências
clic aqui
posted by RAFAEL FERREIRA
11:30 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004
artigo sobre modelos gnatostáticos.clic.aqui
posted by RAFAEL FERREIRA
1:27 PM
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Quarta-feira, Dezembro 17, 2003
NESTA PÁGINA EXISTEM 2 ARTIGOS SOBRE DESMAME ESCRITO PELA Dra. Gabriela Dorothy de Carvalho. PROCURE EM AGOSTO E SETEMBRO DE 1999.CLIC AQUI
posted by RAFAEL FERREIRA
4:58 PM
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Terça-feira, Dezembro 09, 2003
Para que possamos fazer um correto tratamento em ortopedia funcional dos maxilares, é de fundamental importância sabermos o lado que preferencialmente o paciente mastiga, isto porque de acordo com as leis planas de desenvolvimento, com o aparecimento da mastigação unilateral teremos alterações no desenvolvimento da face, como assimetrias (alterando a correta mastigação), mordida cruzada (no lado da mastigação viciosa), fonação e respiração além de ter um aumento da placa bacteriana no lado oposto à mastigação como conseqüência adensamento da doença periodontal, em decorrência da mastigação unilateral, como um maior acumulo de tártaro e grande perda óssea no lado oposto a mastigação( LARATO, 1970).
Para que possamos ter um correto desenvolvimento da mandíbula e maxila devemos ter uma mastigação bilateral alternada, multidirecional, para o correto estímulo das estruturas de suporte, estabilidade da oclusão e higiene dos dentes RAMFJORD E ASH (1987) (livre de interferências oclusais, com o maior número de contatos dentários durante os ciclos mastigatórios).
Também se deve compreender que um dos motivos de recidivas de casos tratados com ortopedia ou mesmo ortodontia ocorre devido à falta de mastigação bilateral (SIMÕES, 1998).

posted by RAFAEL FERREIRA
7:57 AM
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De acordo com GRIBEL (1999) tratamento muito precoce, antes dos seis anos de idade pode tirar proveito, tanto da quantidade, como da qualidade de crescimento, devido a plasticidade dos tecidos moles e duros, podendo atuar na prevenção, correção ou atenuação das alterações de forma e função do sistema estomatognático.
GRIBEL (1999) em entrevista para a revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial destaca que pela sua experiência profissional, a estabilidade das alterações ortopédicas, produzidas por aparelhos ortopédicos funcionais, é muito boa, em especial nas idades precoces. O autor ainda insiste que os tratamentos são mais estáveis quando mais precoce o for, se possível antes dos 6 anos de idade.
PETROVIC e STUSTZMANN relataram que entre 5 e 7 anos de idade, a quantidade e direção de crescimento, possui uma grande eficiência comparado ao surto de crescimento pré-puberal.
Quando falamos em tratamento precoce devemos compreender que todas as medidas transversais já apresentam mais de 80% aos 6 anos de idade.
(SNODELL, NANDA, CURRIER, 1993).
GRIBEL (1999) demonstrou que 61,7% das dimensões sagitais de um adulto já se apresentam no primeiro ano de vida, e 80% em torno dos 6 anos de vida.

posted by RAFAEL FERREIRA
7:54 AM
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Qual o momento correto para intervirmos, para que possamos ter como resultado o equilíbrio de nossos pacientes? Mas se já estivermos perante a uma alteração?
Prevenir sem dúvida nenhuma é a forma mais sublime de intervenção, antever o problema e poder planejar é o ideal em qualquer tratamento, não só em Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM), mas como em todas as áreas científicas.
Os avanços da área biológica nestes últimos anos, vão em direção a decodificação dos genes, com o intuito de descobrir patologias antes mesmo do nascimento.
As mordidas cruzadas são oclusopatias muito fáceis de serem tratadas se forem diagnosticas precocemente, usando tratamentos preventivos simples evitando terapêuticas mais complexas que podem incluir tratamentos cirúrgicos (PLANAS, 1997).
Em relação ao tratamento de mordida aberta anterior CAPELLI e BUENO (2001), salientam que o correto diagnóstico e terapêutica precoce, são importantes para o desenvolvimento dentofacial.
Conforme MOCELLIN (1997), o ideal seria corrigir a patologia básica respiratória nos primeiros anos de vida prevenindo assim as deformidades.
O tratamento de maloclusão e a necessidade da remoção de contatos prematuros que prejudicam a correta oclusão devem ser feitos o mais precoce possível (BALTERS, 1989). Ainda segundo o autor, essas influências (contatos prematuros) são travas ou bloqueios para o correto desenvolvimento da criança.
Dr. Mariano Rocabado, conhecido e respeitado fisioterapeuta chileno, afirma que 80%, isto é, 4 entre 5 pacientes com dores oro-crânio-cervicais apresentam alteração da curvatura fisiológica, ou seja alteração da lordose cervical. Algumas crianças nunca chegaram a apresentar esta curvatura fisiológica. É o caso do Respirador Bucal.

posted by RAFAEL FERREIRA
7:48 AM
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Quinta-feira, Novembro 27, 2003
Equilíbrio vital
A boca é o portal energético do corpo, a face é composta de várias estruturas que possuem uma interdependência. Acredito que tentamos equilibrar o órgão mais complexo e menos entendido do nosso organismo. A boca está relacionada com diversas estruturas como a respiração (que acredito que de todas é a que mais influência na modulação do crescimento e desenvolvimento), a fala que é vital para a sociabilidade; pessoas que possuem harmonia estomatognátiga são mais bem aceitas, possuem capacidade física maior (Ronaldinho Gaúcho é uma exceção).
A maxila se relaciona com a órbita, cavidade nasal, cavidade oral. Por trás de todo este conjunto está o nosso sistema nervoso central. A pituitária importantíssima para promover o crescimento está localizada no esfenóide, osso que se relaciona com todos os ossos da face e parte interna do cérebro, posso ficar escrevendo mais dez páginas sobre isso e mesmo assim não teremos todas as relações. Esta interdependência já foi descrita por Van Der Klaauw (componente craniano funcional o CCP), Moss desenvolveu a sua teoria a partir destes postulados.(de Sá filho, Floriano. p. 189) .
Mas acredito que devemos ir além, se sabemos que a posição da mandíbula guia o eixo corporal, qualquer intervenção que fizermos, que possa alterar o equilíbrio do sistema (seja uma restauração mal adaptada ou problema periodontal...) comprometerá o todo. Caso esta boca entre em colapso, estará influenciando também a posição da mandíbula, alterando o eixo corporal gerando uma resposta que é uma adaptação muscular (situação hipotética). Devemos sempre antever o problema, esta é a real prática da OFM.
Prevenir é dar condições para que o indivíduo cresça e se desenvolva com as máximas de sua capacidade. Sabemos que grande parte das más oclusões começam na infância, se prevenirmos desde o nascimento com as corretas orientações sobre a amamentação, alimentação, hábitos, fatores psicológicos..., Conseguiremos sem dúvida nenhuma alcançar o equilíbrio de nossos pacientes.
O grande mérito de Pedro Planas não foram o equiplan nem pistas diretas ou indiretas, a sua grande descoberta foi como se operava o desenvolvimento do sistema estomatognático, ele observou as rotações da mandíbula e maxila e conseguiu identificar o motivo, e como elas aconteciam, mas este gênio foi além ele aprendeu a corrigir e prevenir. Planas já em 1962 descrevia que uma correta amamentação com movimentos de ordenha era uma preparação do sistema estomatognático para receber os dentes e estes cumprirem o seu papel que é a de moer e triturar o alimento aumentando a sua superfície como conseqüência facilitando a digestão. Esses estímulos corretos vão influenciar todas as estruturas interdependentes, trabalhando em harmonia.
Acredito que OFM vai muito além de aparelhos, OFM é direcionar, criar ou manter o equilíbrio. Devemos sempre escutar nossos pacientes porque acredito que eles possuem informações valiosíssimas para a compreensão da OFM. Temos que colaborar para a correta evolução do sistema como um todo, indo em direção ao equilíbrio vital.
posted by RAFAEL FERREIRA
2:01 PM
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Mais um artigo sobre amamentação, acreditamos como Pedro Planas que este é o começo da maturação do sistema estomatognático. PREVENÇÃO É TUDO. Bom estudo para todos e orientem seus pacientes sobre amamentação.a importancia da amamentação natural para o desenvolvimento do sist. estomatognático.htm
posted by RAFAEL FERREIRA
2:00 PM
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Quarta-feira, Novembro 26, 2003
Pesquisadores comprovam que mamadeiras e chupetas provocam o desmame precoce. Na dúvida, o peito é sempre o melhor
Daniela Guima
da equipe do Correio Braziliense, 28/10/01
São dez os passos para garantir o sucesso do aleitamento materno. O nono é explícito: ''não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas ao seio''. O aviso é divulgado há mais de duas décadas. Mesmo assim, o uso desses produtos é bastante comum e chega a ser visto, por alguns, como sinônimo de saúde. Mas não é. ''Mamadeiras e chupetas são responsáveis pelo desmame precoce dos bebês. Isso é perigoso em qualquer idade, mas, especialmente, até os 6 meses de vida'', adverte a coordenadora do Programa de Aleitamento do Ministério da Saúde, Ana Goretti Maranhão.
O Ministério da Saúde divulgou, este mês, o resultado da primeira pesquisa sobre a incidência de crianças que usam mamadeiras e chupetas no Brasil.
Na Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno, técnicos investigaram 48.845 crianças em 26 capitais do país. O Distrito Federal foi a unidade da federeção com menor uso de mamadeiras - 48,5% - e ficou em nono lugar entre as capitais que menos usam chupetas - com 47,4%. A média brasileira do uso de mamadeiras é de 62,8%, enquanto que de chupetas é de 52,9%. ''É um número bastante alto'', avalia Goretti.
A preocupação justifica-se. O epidemiologista e perito em nutrição da Organização Mundial de Saúde (OMS) César Victora dirigiu uma pesquisa na Universidade Federal de Pelotas (RS) e comprovou o perigo das mamadeiras.
''Ao substituir o aleitamento materno por outros alimentos em mamadeiras, os bebês correm 14 vezes mais risco de morrer do que os que são amamentados''
Isso porque eles deixam de receber a defesa natural do leite materno e ficam mais expostos às bactérias que se acumulam na mamadeira (confira os principais problemas no quadro). As chupetas também são arriscadas. Que o diga a professora de Educação Física de 31 anos Senilda da Silva. No dia nove de agosto deste ano, ela teve seu primeiro filho num parto prematuro de oito meses. Pedro Henrique nasceu com 2,060 quilos e logo pegou chupeta e tomou leite materno em uma chuquinha (mamadeira pequena).
Resultado: nove dias depois de ter nascido, Pedro Henrique não havia engordado (ao contrário, estava com 50 gramas a menos), passou a mamar errado, perdeu peso e rachou o bico de um dos seios da mãe. A coordenadora do Banco de Leite do Hospital Regional de Taguatinga, Sônia Salviano, recebeu o caso e deu um ultimato à mãe: ''Escolha entre dar chupeta ou dar o peito''. Mesmo com dores quase insuportáveis, Senilda tirou a chupeta do filho e continuou a amamentá-lo até que ele reaprendesse a sugar corretamente. ''Ainda bem que pude corrigir o erro a tempo.'' Hoje, Pedro está com 3 meses, mama sempre e pesa 4,5 quilos. ''Vale ressaltar que o uso de chupetas e mamadeiras não é culpa exclusiva dos pais'', explica Ana Goretti. Segundo ela, muitos profissionais de saúde mal-informados prescrevem o uso de mamadeiras e chupetas diante de qualquer dificuldade. ''Infelizmente, muitas mães preferem usar mamadeiras do que dar o peito. Não sabem o mal que fazem'', diz Goretti. A médica diz que um dos grandes erros é dar chupeta para acalmar os bebês. ''O que acalma a criança são os cuidados e o carinho com que as mães os tratam.''
Abaixo as chupetas
As mamães que não amamentam, mas recebem doações de leite humano, devem estar se perguntando como alimentar os bebês. Os especialistas garantem: é perfeitamente possível dar leite a essas crianças com colheres e copinhos. As mães que tiverem dúvidas podem buscar apoio em um dos nove bancos de leite da cidade.
A amamentação não traz benefícios somente para a saúde das crianças. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) mostra que quanto mais os pequenos são amamentados exclusivamente com leite materno, menores são as chances deles usarem chupetas durante a infância. O estudo é resultado da tese de mestrado da coordenadora do curso de especialização em Odontologia da USP, Cristina Zardetto. Segundo ela, ficaram longe da chupeta cerca de 80% das 61 crianças de 3 a 5 anos analisadas que consumiram apenas o leite da mãe até o primeiro mês de vida. Isso significa que elas saciaram a vontade natural de sucção apenas com a amamentação. ''Com isso, ficaram livres de problemas de mastigação, deglutição, fala e até respiração, comum em crianças que usam chupetas'', diz a pesquisadora. Outra conclusão importante do estudo é que as chupetas anatômicas - mais adaptáveis ao formato da boca - não são tão inofensivas como muitos pais pensam. O mesmo percentual de crianças que usaram o produto convencional e anatômico - 50% do total de ambos - tiveram alteração no espaço entre os dentes de cima e o de baixo. A alteração acabou causando dificuldades de fala e mastigação.
Normas de comercialização
Para regulamentar o uso de chupetas e mamadeiras no Brasil, existe a Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes (NBCAL).
Esse código é um dos mais rigorosos do mundo e sua nova versão deve ser publicada como portaria do Ministério da Saúde dentro de um mês. Sua antiga edição - de 1998 - trazia artigos de difícil compreensão e pouco práticos.
Por esse motivo, todos as entidades interessadas na elaboração do documento (governo, organizações ligadas à amamentação e indústrias de produtos para lactentes) reuniram-se durante todo o ano de 2000 para discutir e reelaborar cada um dos pontos da norma. ''Foi um grande sucesso, pois tivemos um consenso. A norma existe para proteger o direito da criança, mas ela precisava dessa modificação para que pudesse ser melhor cumprida e vigiada'', explica Ana Goretti, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde.
O PERIGO DAS MAMADEIRAS
São facilmente contaminadas por bactérias, por serem difíceis de lavar. Especialmente na área entre o bico e a garrafa, em que essas duas partes são atarrachadas. Em bebês de até 6 meses, o uso de mamadeiras com água, chá ou suco pode causar enormes danos à saúde. Esses alimentos substituem o leite materno e fazem com que a criança deixe de receber todas as defesas naturais passadas de mãe para filho durante a amamentação.
DAS CHUPETAS
Assim como as mamadeiras, as chupetas são um perigoso foco de infecção pelo acúmulo de bactérias. Também podem levar a diarréia, desidratação e morte nos bebês. Pode causar a chamada Confusão de Mamilo. O termo técnico trata da dificuldade que a criança tem de mamar quando usa chupeta. Com isso, o bebê desaprende a mamar causando três problemas:
1) ao mamar errado, o bebê machuca o seio da mãe e forma rachaduras nos bicos;
2) a mãe passa a produzir menos leite;
3) o bebê mama menos, perde peso e fica mais fraco. Alteram os arcos dentais e a musculatura facial da criança.
Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC
www.aleitamento.med.br
posted by RAFAEL FERREIRA
3:22 PM
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Quinta-feira, Setembro 18, 2003
este artigo é muito interessante leiam livroyanomani.doc
posted by RAFAEL FERREIRA
4:41 PM
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Quinta-feira, Setembro 11, 2003
Quien sabe, previene.
Quien sabe menos, trata y cura.
Quien no sabe, corta y saca.
E. Lloyd , DuBrul 1991.
Devemos extrair dentes? Podemos promover mutilações em nossos pacientes visando a estética?
posted by RAFAEL FERREIRA
3:33 PM
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